Ao conclamar os cidadãos a assumirem a responsabilidade pelos rumos do País e de nossa comunidade onde vivemos, tenho que alertar que “a grande maioria das pessoas não tem o compromisso de acompanhar o mandato dos políticos nos quais votaram. Isso é errado, mais não posso dizer se é correto ,pois temos visto o toma lá da cá e o jeitinho brasileiro que diz ..não vou votar se não ganhar….,e tem aqueles que temos que nos comprometer e ainda bem que temos um Sistema Democrático: “Não adianta ficarmos cobrando e apontando o dedo para os males, equívocos, erros e tropeços que os outros cometem se nós também não contribuímos para que a nossa Democracia amadureça.”a nossa sociedade não se corrompem…
Nesse sentido, lembrou- me que a promulgação da Constituição Democrática do Brasil está comple¬tando 30 anos em 2018: “Vivemos, portanto, uma jovem Democracia, é o regime de estabilização demo-crática mais extenso que nós vive¬mos depois da Redemocratização. Antes da Ditadura tivemos uma De¬mocracia, mas no Brasil não tive-mos, por tanto tempo, essa conso¬lidação como hoje.”
Estamos vivenciando uma JUDICIALIZAÇÃO E POLITIZAÇÃO
Ao afirmar que o País atravessa um momento de judicialização da política e de politização da Justiça, adverto os candidatos às eleições deste ano: “Na dúvida, não faça. Porque a composição atual do TSE é muito conservadora, e, na dúvida, estou convicta de que o Tribunal vai cassar o mandato, vai indeferir o registro, vai considerar propaganda ilícita impondo multa podendo, até mesmo, vir a tornar esse candidato inelegível. Esse momento de “demonização” da política e de conservadorismo absoluto que a sociedade brasileira vive se reflete no Poder Judiciário, principalmente no TSE.”
“O Abuso de poder religioso é um tema que está em voga na Justiça Eleitoral e temos, então, os abusos de poder político, econômico, dos meios de comunicação e agora o religioso. Como estamos num momento de campanhas sem dinheiro, no qual é proibida a doação de pessoa jurídica,”,: “Então, há um olhar muito atento para as igrejas, para os cultos de maneira geral, de modo que é necessário um cuidado muito grande, redobrado nestas eleições.”
Sobre as “fake News”, um tema do momento no universo da política e das comunicações que preocupa os candidatos e que deve tumultuar o pleito deste ano, é de extrema necessidade ter atenção aos responsáveis pelas campanhas: “São notícias falsas que são criadas e colocadas nas redes sociais e, até que você consiga desmentir aquilo, aquela informação já se foi.” Em sua exposição, a ex-Ministra também abordou temas como a composição atual do TSE, a cassação de mandatos, os limites da comunicação institucional e as pesquisas de opinião, dentre outros. Agora o que mais se vê e a enxorada de processos em desfavor de usuários e participantes da rede social que hora e meia tentam manipular e alem disso chegam ate pregar falácias injuriosas sobre determinados cidadãos…
Quem viver verás…..Independentemente de qualquer conotação, seja de ordem política ou religiosa, toda pessoa deve se mobilizar em torno das questões que promovam a liberdade, a igualdade e a fraternidade, exercitando sua sobe-rania que é legitimada pelo voto.

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