Dezenas de mulheres fazem seu pré- natal na cidade de Edéia. Mais na hora de ganhar o bebê elas ficam sub- omissa ao encaminhamento para outra cidade. As dificuldades de gestantes fazerem o parto em Edéia tem preocupado usuários do SUS, Sistema Único de Saúde. Pois mulheres grávidas em regime de partos tem sido deslocado em ambulâncias da secretária de saúde da cidade para darem a luz em outro município “ Indiara”, hospital são Lucas, onde fora feito um convênio e o município de Edéia paga o hospital os procedimentos realizados. Em média são 4 partos realizados mês pelo SUS. Lembrando que em Edéia anteriormente os partos tidos, todos eram realizados no único hospital particular da cidade , onde o Município repassava mais de R$ 35.000.00 Trinta e cinco mil reais por mês e segundo informações não eram suficientes pois tinha as internações e outro custos adcionais também. É inadmissível, pois Edéia  hoje tem sido referência  em Gestão pública na região e é visto como modelo para muitos gestores e não consegue realizar partos no município. O município não pode ficar á mercê de atendimento ambulatorial , pois isto significa que crianças Edeenses que deveriam ser constada a natalidade em Edéia, não são, como de fato é verificado. É inadmissível que Edéia . Isto não acontece pois nascem em outro município e mesmo registradas no cartório da cidade isto perante a lei não poderá ser incluída como nascida na cidade. A reportagem ouviu relatos de sofrimento no momento de dar a luz.  “Não sei nem há quantos meses não nasce um Edeense aqui na cidade, no hospital municipal, porque não se faz um parto, não faz cirurgia, somente exames laboratoriais, não faz ressonância, não faz tomografia, não faz nem as pequenas cirurgias”, afirma Clênilda Melquíades. A população tem que aproveitar quando aparece na cidade um ônibus equipado com aparelhos de exames médicos. É uma iniciativa particular de uma deputada de Goiás. “Exame para saber de quantos meses eu estou grávida poderá ser feito aqui , mais não é o suficiente aqui em Edeia. Então a gente tem que aproveitar”, diz uma moradora”. E Acreúna também enfrenta o mesmo problema.

 

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