Agenda lotada. Cachê de estrela. Música na boca do povo. Composições gravadas por nomes consagrados como Jorge e Mateus e Cristiano Araújo (1986-2015). A dupla formada pelas irmãs gêmeas Maiara e Maraisa está vivendo o melhor momento da carreira e a consagração será amanhã no Festival Festeja, que chega pela segunda vez à capital, no estacionamento do Estádio Serra Dourada, com abertura dos portões às 14 horas. O evento traz ainda Henrique e Juliano, Marília Mendonça, Zé Neto e Cristiano, Aviões do Forró e Marcos e Fernando.

Há um ano o cenário artístico das irmãs sertanejas era bruscamente oposto. Shows eram um por semana. Poucas casas abriam as portas para as meninas. Dificilmente tinha uma canção no rádio. O cachê não passava de R$ 6 mil e os custos com produção consumiam praticamente tudo e não sobrava dinheiro para quase nada. A página virou e elas hoje estão fazendo uma média de 20 apresentações por mês no Brasil inteiro e fazem parte do time de artistas do escritório Workshow.

As meninas também deram uma repaginada no visual. Deixaram para trás o apelido de gordinhas do sertanejo. Maraisa tinha 66 quilos e perdeu 13. Maiara tinha 70 e eliminou 16. “A gente tomou vergonha na cara e emagreceu. Teve também o investimento financeiro, antes não tinha isso. Se eu quisesse fazer uma dieta cara não tinha condição”, lembra Maiara. “Não temos tempo para nada e acabamos perdendo peso com a correria da música”, conta Maraisa.

As cantoras passaram por vários ciclos na carreira, que começou na infância inspirada nos ídolos. Maiara imitava Leonardo. Maraisa, Leandro. Nascidas em São José dos Quatro Marcos, no Mato Grosso, elas rodaram o País em busca do sucesso. Moraram no Tocantins, Minas Gerais, São Paulo e há mais de cinco anos escolheram Goiânia como casa, onde gravaram o primeiro DVD da carreira em 2015. “Tem momento que nem acredito”, comemora Maiara.

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